sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Objetivos

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

*Compreendemos o homem como um ser social, que se constitui em articulação com os diversos âmbitos da vida coletiva, tais como grupos, comunidades e instituições.

* A realidade humana é sempre complexa e multideterminada. Portanto, quando nos propomos a construir teorias e formas de intervenção sobre fenômenos humanos, necessariamente, devemos considerar o entrecruzamento das forças históricas, sociais, políticas, científicas, econômicas, tecnológicas, biológicas etc.

* A infância e a juventude caracterizam-se por serem momentos especiais do processo de desenvolvimento humano. Sendo a escola uma das principais instituições responsáveis pela proposição de uma forma sistematizada para o acompanhamento e a promoção das situações de aprendizagem e desenvolvimento, é imprescindível que qualquer intervenção psicológica sobre esse tempo específico da vida humana considere as condições objetivas em que se realiza a experiência escolar.

* A Psicologia deve, sempre, estar comprometida com a promoção dos Direitos Humanos e da emancipação das pessoas, por meio da proposição e da defesa de situações de participação e deliberação coletivas.

OBJETIVO GERAL

A fim de superar abordagens tradicionais de diagnóstico e atendimento, que desconsideram o contexto social, histórico e político em que se produz a queixa e, muitas vezes, o processo de adoecimento de crianças e jovens, pretendemos avançar na construção e no fortalecimento de teorias e práticas de atendimento psicológico, incorporando a investigação do processo de escolarização na compreensão da constituição das subjetividades dos sujeitos que se encontram nesse tempo específico da vida humana.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

* Consolidar a compreensão de que todo e qualquer atendimento a crianças e/ou adolescentes deve incorporar a pesquisa da vida escolar como dimensão longa e significativa da experiência dos sujeitos humanos, e que traz, portanto, importantes implicações para a constituição de suas subjetividades.

* Favorecer o desenvolvimento de novas propostas de intervenção sobre os problemas vividos durante o processo de escolarização, bem como fortalecer as práticas de orientação à queixa escolar já existentes;

* Articular profissionais que se interessam pelo tema e que vêm procurando desenvolver um referencial teórico-prático sólido, que fundamente sua intervenção;

* Contribuir para a melhoria dos sistemas e instituições de Saúde Mental e de Educação, qualificando as discussões sobre a produção e o atendimento aos problemas de escolarização.


ÁREAS DE INFLUÊNCIA

* Campo das práticas, por meio de mapeamento, divulgação e articulação dos serviços hoje realizados;

* Formação de psicólogos, por meio de atividades no próprio Grupo Interinstitucional de Queixa Escolar, de divulgação das discussões deste grupo em ambiente virtual e da realização de eventos;

* Políticas Públicas de atendimento à infância e adolescência que envolvam a produção e o atendimento a queixas escolares, por meio da participação em Fóruns, Congressos, etc., e da articulação com entidades e instituições da sociedade civil e do poder público.

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